• Promover a reabilitação do ser humano;

• Recuperar sua dignidade;

• Elevar sua auto-estima;

• Conscientizá-lo de que possui uma doença e não um desvio de caráter como prega o senso comum;

• Reativar a confiança em si mesmo;

• Reinseri-lo no contexto religioso-espiritual, o que implica no reconhecimento de um Poder Superior maior do que ele (bondoso, compreensivo e amoroso);

• Reintegração à vida familiar e social, transformando-o num indivíduo útil e feliz.